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terça-feira, 29 de setembro de 2015

Motéis apostam na reinvenção de suítes e utilização de tecnologias para atrair novos clientes e manter setor aquecido

Mercado moteleiro visa atrair aqueles que buscam unir diversão e economia ao oferecer solução completa para uma noite agradável

Com a escalada dos preços do entretenimento (restaurantes, bares, cinema, entre outros) o setor moteleiro vem de forma estratégica se posicionando como uma opção completa com valor mais acessível ao considerar os elementos que compõem uma noite para um casal. Nos motéis os clientes podem jantar um prato refinado, ter à disposição uma carta de bebidas de alta qualidade, desfrutar de tranquilidade privativa, assistir a um filme em HD (High Definition) e repousar, tudo sem entrar em seu automóvel e pagar um valet a cada etapa.

Uma noite completa, incluindo restaurante, cinema e motel, se for substituída por uma ida direto ao estabelecimento moteleiro para desfrutar com conforto as opções oferecidas, chega a representar uma economia de cerca de 50%. Justamente, para atrair o hóspede interessado em fazer esse programa único é que diversos motéis estão investindo nos cardápios preparados por chefs, cartas de vinhos e cervejas importadas.

“Para combater a crise, o mercado moteleiro vem se reinventando com novas suítes e fachadas, cardápios e equipamentos, que se tornaram essenciais para que os estabelecimentos se diferenciem em um setor altamente competitivo. Com isso, estamos atraindo um público que antes não atingíamos, já que os custos do setor aumentaram em, pelo menos, 20% esse ano. Para o próximo trimestre enxergamos que o cenário de incertezas e o endividamento devem esfriar ainda mais o ânimo do consumo. Por isso, estamos investindo em infraestrutura e qualidade para suportar possíveis novos aumentos em água, energia e alimentos, sem repasse nos preços”, declara o presidente da ABMOTÉIS, Eusébio Ribeirinha.

Como entidade que representa o setor, a ABMOTÉIS está incrementando frequentemente sua agenda de treinamentos e palestras a fim de orientar o moteleiro na busca pela excelência técnica, padrão de qualidade e da constante evolução do segmento.

No Brasil existem aproximadamente 5 mil motéis, que movimentam R$ 4 bilhões por ano. Somente na Grande São Paulo existe 300 motéis e no estado 1.200 estabelecimentos.

A perspectiva para 2015 era de crescer 20% em faturamento, mas pelo cenário atual de crise a entidade observou que nesse primeiro semestre, em média, os motéis tiveram uma retração 10% a 15% e um aumento de custos em torno de 20%, principalmente com energia elétrica. De toda forma, os motéis acreditam na recuperação em longo prazo.

O setor emprega, em média, 50 funcionários por motel ou quase 250 mil funcionários diretos. Indiretamente empregam mais de 300 mil pessoas, que prestam serviços terceirizados ou são empregados de empresas fornecedoras. Além disso, estima-se que os motéis hospedem cerca de 100 milhões de pessoas por ano. Os novos motéis, que investem em ambientes com qualidade e serviços de hotelaria vão crescer a uma taxa média anual de 10%, sendo que em 2022, o mercado moteleiro brasileiro estará movimentando cerca de R$ 10 bilhões anualmente.

Sobre a ABMOTÉIS

A ABMOTÉIS (Associação Brasileira de Motéis) foi fundada em setembro de 2012 é a única representante dos motéis do Brasil. Atualmente, a sua diretoria é composta por representantes de 16 estados, mais Distrito Federal, cujo intuito é coordenar, orientar e defender os interesses dos seus associados, representados pelas empresas do ramo moteleiro em todas as regiões do Brasil. Tem no seu quadro de associados cadastrados mais de 1.000 estabelecimentos em todo Brasil. A ABMOTÉIS tem a missão de profissionalizar e desenvolver o segmento moteleiro, estimulando o empresário do ramo a investir e expandir suas empresas e gerar mais empregos. A ABMOTÉIS é uma entidade membro da CNTUR (Confederação Nacional de Turismo). Para mais informações, acesse:http://www.abmoteis.com.br/




Começou a Expo Licensing Brasil

Com 40 expositores e cerca de 800 marcas presentes, evento gera grandes expectativas para o mercado brasileiro de licenciamentos.

Pelo 8º ano consecutivo, a Expo Licensing Brasil – maior evento do mercado latino-americano de licenciamento de marcas – reunirá os profissionais do setor no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo, nos dias 29 e 30 de setembro.

Neste ano, a feira traz 40 expositores e cerca de 800 marcas, além dos principais donos e agentes de marcas do mundo que estarão no evento para mostrar seus programas de licenciamento e fechar novas parcerias, ao lado das mais expressivas agências de marketing promocional do País. “O setor de marcas impulsiona a produção e o comércio de produtos. Temos o privilégio de fornecer soluções capazes de reverter o atual cenário e recuperar os negócios nos mais diversos segmentos da indústria”, ressalta Marici Ferreira, Presidente da EP Grupo, idealizadora do evento, e da Associação Brasileira de Licenciamento (ABRAL).

Em 2014, a feira recebeu cerca de 2 mil visitantes em apenas dois dias. O mercado nacional tem um potencial enorme a ser explorado, tendo em vista o volume gerado pelo segmento no exterior, onde se destaca os EUA, com um faturamento superior a US$ 240 bilhões, segundo dados da Licensing International Merchandising Association (Lima). Estima-se que a feira movimente cerca de R$ 1,3 bilhão em negócios fechados para este ano e também 2016.

Pelos cálculos da ABRAL, no Brasil, o faturamento do varejo de artigos licenciados gera aproximadamente R$ 17 bilhões. “Acredito no trabalho bem elaborado e honesto, ainda que mais enxuto. Vale lembrar a boa e velha frase ‘Enquanto uns choram, outros fabricam lenços’, pois este é o nosso posicionamento diante da crise”, acrescenta Marici.

Durante o período da manhã, os profissionais inscritos participarão de uma rodada de apresentações. Com 200 lugares disponíveis, a programação prevê screenings da Mattel, Gloob, Disney, Tycoon 360º, Warner, Redibra, e Smiley, além do conteúdo especial preparado pela Play Pesquisa e Consultoria, Ri Happy Brinquedos & Baby e Omelete Group. Os screenings serão patrocinados pelas empresas Molin e Regina Festas, e terão o apoio das empresas Cromus, Foroni e Riclan e da Associação Brasileira de Licenciamento de Marcas (Abral). A partir das 11h, o pavilhão de expositores estará aberto para os visitantes realizarem novos negócios.

Além disso, a Expo Licensing Brasil 2015 também recebe o coquetel de lançamento do livro “A Arte do Licenciamento: Guia completo para licenciamento de Marcas e Personagens”, de autoria de Marcus Macedo, diretor da ABRAL e presidente da Santa Cruz Marketing. A cerimônia será no dia 29, às 17h.


Para obter mais informações acesse: www.expolb.com.br


Serviço: Expo Licensing Brasil 2015
Local: Hotel Grand Hyatt São Paulo
Endereço: Av. das Nações Unidas, 13301
Data: 29 e 30 de setembro
Horário: das 11h às 19h

Aeroportos cedem espaço para turismo brasileiro

Acordo foi assinado entre Ministério do Turismo e Secretaria de Aviação Civil para promover os destinos nacionais


Henrique Alves (à esquerda) e Eliseu Padilha (à direita). Crédito: Gustavo Messina




Os 60 aeroportos administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) cederão seus espaços para a promoção dos destinos turísticos nacionais e para implantação de centros de atendimento ao turista (CAT). A medida foi anunciada nesta terça-feira (29), pelos ministros Henrique Eduardo Alves, do Turismo, e, Eliseu Padilha, da Secretaria de Aviação Civil (SAC).

“Queremos aproveitar a movimentação dos aeroportos administrados pela Infraero para divulgar nossos atrativos e melhorar o atendimento ao turista doméstico e ao estrangeiro que visita o país”, afirmou o ministro do Turismo.

Alguns dados estatísticos dão a dimensão da vitrine que os aeroportos representam. O Brasil é o terceiro mercado de aviação doméstica do mundo. Em 2014, o país recebeu 6,4 milhões de turistas nacionais e foram realizadas 206 milhões de viagens domésticas.


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Ação Integrada Prefeitura no Bairro contará com 200 vagas de emprego na região oeste

A Secretaria Municipal do Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo (SDTE) estará presente na 24ª edição da ação integrada Prefeitura no Bairro na região de Rio Pequeno, Butantã, entre os dias 28 de setembro a 3 de outubro, das 9h às 17h. Diversos serviços dos órgãos municipais são realizados no local de atendimento, tendo como objetivo sanar problemas apontados pelos moradores.

Mais de 200 vagas de emprego estão em aberto para a região da zona oeste. Para pessoas que possuem experiência como instalador de equipamentos de comunicação e reparador de redes telefônicas são 60 oportunidades na área. Exigindo o ensino médio completo, selecionados podem receber salários entre R$ 950,00 a R$ 1.180,00.

A ação esteve presente no bairro do Butantã no mês de abril, em sua 4ª edição. Mais de 500 pessoas foram atendidas pela SDTE através do CATe e MEI Móvel, que estavam em busca de vagas de emprego, preparação de currículo, emissão da carteira de trabalho e formalização do microempreendedor individual no local, entre outros serviços.

Durante o último dia da ação, no sábado, 3, além dos serviços mencionados, nutricionistas dão dicas sobre produtos industrializados, por meio da Coordenadoria de Segurança Alimentar e Nutricional (Cosan).

Serviço
Ação Integrada Prefeitura no Bairro
Endereço: Praça Wilson Moreira da Costa ( avenida Waldemar Roberto com avenida Rio Pequeno) – Butantã
Dia: de 28 a 3 de outubro
Horário: das 9h às 17h

ABRAL fomenta o licenciamento brasileiro na ExpoLicensing Brasil 2015


Maior feira de licenciamentos da América Latina pretende gerar R$ 1.3 bilhão em negócios, quase 30% a mais que na edição do ano passado, e contará com a presença da ABRAL, que vai focar sua participação na apresentação do Brazilian Brands, projeto realizado em parceria com a APEX-Brasil que visa difundir as marcas brasileiras que podem ser licenciadas em todo o mundo.

São Paulo, 24 de setembro de 2015

Maior feira de licenciamentos da América Latina pretende gerar R$ 1.3 bilhão em negócios, quase 30% a mais que na edição do ano passado, e contará com a presença da ABRAL (Associação Brasileira de Licenciamento), que vai focar sua participação na apresentação do Brazilian Brands, projeto realizado em parceria com a APEX-Brasil que visa difundir as marcas brasileiras que podem ser licenciadas em todo o mundo.

A Expo Licensing 2015 acontece nos dias 29 e 30 de setembro, no Hotel Grand Hyatt São Paulo, e vai reunir profissionais do setor de licenciamentos de toda a América Latina em torno das marcas brasileiras mais reconhecidas do setor. É com este cenário que a ABRAL participa da Feira visando aproximar licenciadores e licenciados, e gerar negócios lucrativos.

Em um mercado que movimentou em 2014 quase R$ 17 bilhões, a ABRAL surge como a entidade que une os licenciadores na difusão de suas marcas em todo o mundo e no Brasil. Destaque da ABRAL na feira será a parceria com a APEX-Brasil uma sala na qual os associados podem realizar reuniões e divulgar seus conteúdos e produtos. Além disso, a ABRAL está apoiando o EP Grupo, promotor do evento, na montagem de um auditório para 50 pessoas que será palco para a apresentação do projeto Brazilian Brands e, na sequencia, a palestra ‘Licensing e suas ferramentas’, que acontece dia 30, às 15h.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Mercado Municipal do Ipiranga será palco para 7ª Feira do Livro

Autores interessados em vender diretamente ao público, podem participar do evento que ocorre no dia 26 de setembro

Autores interessados em vender seus livros diretamente para o público poderão participar da 7ª Feira do Livro, no Mercado Municipal do Ipiranga, no dia 26 de setembro, das 9h às 16h. O evento recebe o apoio da Secretaria Municipal do Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo (SDTE), como um estímulo ao hábito pela leitura.

A feira será realizada das 9h às 16h, na Praça de Alimentação do mercado e ocorre em comemoração aos 431 anos do bairro. Cada autor contará com uma mesa, de aproximadamente 80x80cm, para exposição dos livros. Cerca de 10 autores já confirmaram presença.

No mesmo dia, haverá premiação do 5º Concurso de Fotografia do conselho do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Ipiranga, com o tema: “Lixo-contraste e soluções Criativa no Ipiranga”.

Interessados em participar devem ligar para Marcelle (99140-3450) ou Marina (96822-2253), da Subprefeitura do Ipiranga.

VISAGISMO FUNCIONA?

Image Thinking & Visagismo

Será mesmo possível oferecer serviços de consultoria em imagem humana e estilo, na promessa de criar uma identidade para o cliente?

O que estaria por trás deste sonho?


LEANDRO DE LOIOLA NUNES

Palestrante e Consultor em: Imagem Humana, Visagismo e Cultura.

A imagem humana se tornou um produto valioso nos dias atuais. Você sabe como isso aconteceu? Há a indústria cosmética, plástica, da moda e da beleza. Juntas, movimentam fortunas, todos os dias!
Será mesmo possível oferecer serviços de consultoria em imagem humana e estilo, na promessa de criar uma identidade para o cliente? O que estaria por trás deste sonho?
Já se perguntou por quê as imagens, sobretudo a humana, ganhou tanto destaque? Será possível oferecer um serviço de personalização em imagem pessoal a partir de formas já prontas e definidas?
Algumas das chamadas consultorias de imagem visagistas, como proposta de trabalho diferencial ao cliente, buscam por uma suposta valorização e potencialização de sua imagem pessoal baseando-se em formas estereotipadas e prontas! Prometem potencializar sua identidade a partir de uma mistura entre Arte e Ciência, por exemplo, ao apoiar-se em pseudociências como a chamada Morfopsicologia, ou mesmo em ciências exatas como a Matemática e Geometria.

Mas, será possível realizar um trabalho realmente personalíssimo?

Não seria leviano e superficial propor conclusões sobre pessoas, e daí traçar manuais de perfis característico-comportamentais sobre possíveis fragilidades ou potencialidades baseadas, por exemplo, apenas numa análise psicovisual?

Não é novidade que a busca do homem por meios que o façam compreender a si próprio e o mundo que o cerca é bastante antiga, levando-o a teorizar a respeito de possíveis significados inscritos em sua própria face, corpo e imagem.

Morfopsicologia, Fisiognomonia e Frenologia são algumas das pseudo-ciências que, ao longo do tempo, tentam cravar seu lugar de reconhecimento perante as demais ciências reconhecidas, ao passo que procuram explicar o comportamento, sentimento, caráter e personalidade humanas via formatos do rosto, tamanho do crânio, arqueamento de sobrancelhas, tamanho do nariz, largura dos lábios, formato do queixo, formato do corpo etc., tornando-se quase que Manuais decifradores do homem.

A simplificação negativa resultante da tentativa de medir ou tabular sua beleza serve apenas para facilitar uma suposta pretensão de ler sua imagem pessoal, sua expressão corporal e de toda a complexidade em torno de sua existência. O que você talvez não sabe é que essa medição da imagem pessoal esbarra em sérias questões de discriminação racial e cultural ocorridas na humanidade. Por outro lado, viabiliza a venda e o comércio das chamadas“consultorias” em torno da imagem pessoal, não só promovendo um tipo de discriminação quase racial ao “industrializar” as pessoas e suas imagens, mas também dividindo-as em formatos pré-fabricados, geométricos e pré-medidos, tabulados por instrumentos, como se sua beleza e suas formas pudessem ser “medidas” ou entendidas como um mero produto a ser comercializado no mercado.

“Certa vez ouvi de um conhecido e renomado visagista e profissional de beleza que, a fim de reconhecer o formato "padrão" do rosto de um cliente - formato esse que segundo ele poderia variar entre 7 a 9 diferentes formas geométricas - era necessário não só olhar para o rosto, como também tocá-lo com as mãos.”

Primeiramente, fiquei me perguntando o que a "geometria" tinha a ver com o rosto de alguem. Ou seja, por quê aquele profissional visagista podia afirmar com tanta certeza não sósobre a quantidade e variação de formatos de rostos humanos, como também sobre seus possíveis significados?

Outro fator que me despertou curiosidade - agora explicando minha referência no início desse texto ao tão conhecido apóstolo São Tomé, famoso por ter duvidado da reencarnação de Cristo, tendo que tocar em suas chagas a fim de crer - foi se havia alguma relação verdadeira entre o 'toque' (tato) e uma possível tentativa em 'ler' o rosto, voltando ao caso do visagista e seu cliente. É inegável a força cultural em torno do mito do "ver" para "crer" atribuído a São Tomé.

Mas, o que a visão tem a ver com o tato, no que se refere a imagem humana? Existe mesmo alguma relação entre seu rosto, sua imagem, a percepção e a forma?

De onde tinha vindo a idéia do visagista para a tentativa de reconhecimento dos formatos do rosto pelo toque das mãos? Estaria ele certo? Ou equivocado?

Como é possível 'ver' para 'crer'? Ou seria melhor 'tocar' para 'ver'? Como funciona a 'percepção' humana associada à imagem do rosto e ao corpo?

A busca por padronização e formatação da expressão e atividades humanas tem sido um fator recorrente ao longo da história do desenvolvimento humano. Isso também tem acontecido com a imagem humana.

No apelo pela justificativa dessa prática no mercado, muitos se inspiram nos antigos mestres das artes plásticas como, por exemplo, Leonardo da Vinci e suas criações. Ingenuamente, alguns profissionais da área da beleza atuais, até criaram réguas, tabuladores e medidores na tentativa de "instrumentalizar" e, erroneamente, caracterizar como "científica" uma forma de expressão artística buscando se apoiar nas "ciências" da Matemática e Geometria.

A justificativa para tais práticas parecem ser uma proposta de querer quantificar e mensurar o quão belo, intelectual, racional ou emocional alguém possa ser, dependendo da largura da testa, do espaço da região entre olhos e boca e entre boca e queixo, já que essas medidas deveriam se adequar a certos padrões pré-estabelecidos. Isso serviria de indicativo qualificador que tornaria a pessoa capacitada ou não para determinada atividade, relação, ou atuação na sociedade.

Talvez esse esforço seja ainda um resquício da então passagem para a era Moderna, vivida pela humanidade por volta do século XIX e XX, quando o homem inventava máquinas e instrumentos para a indústria a fim de facilitar sua vida, o capitalismo etc. Em outras palavras, a simplificação resultante da tentativa de se medir ou tabular a beleza facilitaria a leitura das imagens, das expressões corporais e de toda a complexidade em torno da existência humana e, por outro lado, viabilizaria a venda e o comércio, ao "industrializar" as pessoas e suas imagens em formatos pré-fabricados, pré-medidos, como produtos a serem comercializados no mercado.

Ao contrário, o que se deveria buscar talvez fossem as conexões e relações construtoras da identidade humana, presentes no meio cultural e diversamente captadas e atualizadas - aquilo que faz com que cada um de nós sejamos seres únicos, não conformados a padrões massificantes ou "instrumentalizáveis".


*LEANDRO DE LOIOLA NUNES

Palestrante e Consultor em: Imagem Humana; Visagismo e Cultura.

Proprietário da marca: IMAGE THINKING

SITE: www.imagethinking.com.br

Desenvolve, atualmente, o primeiro doutorado no mundo cujo tema aborda a comunicação via imagem humana como resultado de uma metodologia exclusiva baseada num processo de significação via cultura, pela Escola de Comunicação e Artes - ECA, USP.

A pesquisa é voltada para os estudos da Imagem Humana como Texto e Produto de cultura, modelizada por diagramas semióticos a partir da concepção de: luz, corpo, superfícies, interfaces e materiais.

Mestre em Filologia e Língua Portuguesa, pela Universidade de São Paulo - USP, com ênfase na teoria dialógica do discurso. Bacharel em Letras, com habilitação em Linguística, pela Universidade de São Paulo - USP.

Professor de Semiótica Visual, Semiótica e Moda, Construção do Texto Institucional, Redação e Comunicação, Língua Portuguesa e Produção de Textos para cursos de graduação em Jornalismo e Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), Comunicação Social (Rádio e TV) e cursos de Pós-Graduação em Consultoria de Moda, Construção do Texto Institucional e MBA em Branding. Consultor em Comunicação e Coach Profissional. Membro integrante do Grupo de Pesquisa Semiótica da Comunicação (Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq; Universidade de São Paulo, PPG Meios e Processos Audiovisuais, Escola de Comunicações e Artes - ECA/USP)