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domingo, 2 de janeiro de 2022

Ela começou vendendo flores no cemitério, hoje fatura mais de um R$1 milhão por ano vendendo produtos pet

Regina Herculano Pinto,
CEO da Adoleta Diversão Pet

Empreendedora pretende ser destaque com a Adoleta no mercado pet


Nascida em Campina Grande, Regina Herculano Pinto, 38 anos, é formada em Zootecnia pela Universidade Federal da Paraíba. A empresária começou a trabalhar cedo, aos 9 anos vendia flores na porta de um cemitério próximo à casa onde morava e, ao longo dos anos, comercializou diversas categorias de produtos.

Após o término da faculdade, optou por seguir suas paixões e uniu seu conhecimento sobre os animais com a área comercial. Na primeira oportunidade conseguiu um trabalho em uma agropecuária, onde trabalhou como balconista por um ano. Logo tornou-se consultora de vendas externas, passando a atender o sertão da Paraíba, onde trabalhou durante três anos. Nesse período, Regina foi contratada por uma grande distribuidora do mercado pet, e permaneceu por cinco anos, ainda como consultora de vendas atendendo todo o estado.

Em 2014, quando Regina estava prestes a sair desta empresa, decidiu abrir sua própria distribuidora de produtos pets no estado da Paraíba, a Garra Animal, e em 2019 foi lançada no mercado a Adoleta Diversão Pet. A marca nasceu com o intuito de trazer produtos realmente diferentes e exclusivos para animais de estimação.

“Investi um ano em pesquisas dedicadas a encontrar um excelente fornecedor, que atendesse minhas necessidades e projetos. Até que consegui encontrar a Mccan, uma fábrica situada na China, que até hoje fabrica nossos brinquedos com exclusividade no Brasil. Essa parceria nos rendeu a patente de uma tecnologia única por aqui — os brinquedos de aromaterapia para pets, sendo um grande sucesso da Adoleta”, relata Regina.

Além da tecnologia de aromaterapia, a rede trabalha com 12 linhas de brinquedos no catálogo, entre elas a: Comfort, Interativa, Space, Apito, Pelúcia, Mini Pelúcia Interativa, Fast Food e Rock. Com o intuito de sempre entregar os melhores produtos e serviços, a Adoleta Diversão Pet, atende bem a demanda de catlovers, trabalhando a “linha cat – feline clean”, a maior linha para gatos no Brasil.

A empresária conta que os brinquedos para pet são ótimos auxiliares para estimular a interatividade, a adaptação, a independência e também podem ser utilizados para adestramento e recreação. Por esse motivo, as linhas trazem diversão duradoura, jogos multissensoriais, materiais de alta qualidade, diferentes texturas e, sempre pensando na saúde dos bichinhos.

Já na área de conforto, na hora da higienização, a marca trabalha com a linha Confort: tapetes higiênicos ultra absorventes de carvão ativo, que incluem controle de odor, fitas adesivas, maior absorção e atrativo canino, e os tapetes higiênicos de seiva, que contam com controle de odor, fitas adesivas e maior absorção.

A Adoleta Diversão Pet possui 108 itens e conseguiu atingir 22 estados brasileiros, obtendo um faturamento de mais de R$ 1 milhão anualmente. Regina pretende ir além, e sua expectativa de crescimento para o negócio é de 30% para 2022.

A ideia é ser reconhecida como a melhor marca de produtos pets no segmento de brinquedos, já que conta com muitos diferencias, sendo um deles, também, o treinamento para representantes e distribuidores, que ocorre logo após o fechamento da parceria, assim a apresentação da linha é feita, seguida de uma preparação da venda e apresentação sobre o diferencial dos brinquedos.

SOBRE A ADOLETA DIVERSÃO PET

Criada em 2019 pela Zootecnista, Regina Herculano Pinto, a Adoleta Diversão Pet, nasceu com o intuito de fazer a diferença para o mundo dos animais de estimação, visando sempre na segurança dos pets em primeiro lugar. A rede hoje conta com mais de 100 itens no portfólio, já atingiu 22 dos estados brasileiros, além de trabalhar com uma tecnologia única no Brasil, os brinquedos de aromaterapia para animais de estimação.

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Natal: expressão de amor e fraternidade - Por: Felipe Aquino

*Felipe Aquino


O Natal é uma data tão importante para toda a humanidade que mesmo os que não têm Jesus Cristo como Deus, sensibilizam-se com os seus efeitos. O fato do Filho de Deus, onipotente, se encarnar assumindo a nossa natureza humana, sem deixar a divina, se tornou o Evento mais importante da história, tanto assim que o Seu nascimento dividiu a História em duas partes, para a maioria da humanidade.

O que celebramos no Natal de Jesus é a festa do Amor de Deus pela humanidade, que vendo-a prejudicada pelo pecado original, e separada d’Ele, vem buscá-la de volta para Si. Mas para isso foi preciso o maior gesto de amor que o mundo já viu: “Deus amou a tal ponto o mundo, que deu o Seu Filho único para que todo aquele que n’Ele crer tenha a vida eterna” (Jo 3,16).

Quem tem fé e medita neste acontecimento, não tem como não experimentar uma imensa alegria. Como anunciou Isaías, “o povo que andava na escuridão viu uma grande luz; para os que habitavam nas sombras da morte, uma luz resplandeceu” (Is 9, 1). A Luz de Cristo brilhou nas trevas desse mundo!

Desde sempre, a cristandade se alegra com o Natal e sente a necessidade de manifestar a sua grandeza de muitas maneiras. Uma delas é dar presentes para as crianças e para amigos e parentes, num gesto de amizade, consideração e apreço. Esse costume certamente tem suas origens naqueles pastores do campo de Belém, que na noite do Natal receberam a aparição dos anjos anunciando-lhes o nascimento do Salvador. No Presépio representamos esses pastores levando ao Menino uma ovelha de presente. Eles representavam o povo judeu, que Deus preparou por mais de mil anos para receber o Messias.

Mas vieram também os Reis Magos, provavelmente da Pérsia. Conhecedores dos astros e do anúncio da chegada do Rei dos judeus, vieram adorá-lo, trazendo presentes ao Menino Deus. Eles representavam os pagãos, porque o Salvador veio para todos os homens, não apenas para os judeus. Deram ao Menino ouro (para o Rei), incenso (para Deus) e mirra (para o sacrifício do Cordeiro de Deus).

Sem dúvida, esse exemplo dos Reis Magos inspirou a humanidade a presentear as crianças – pois delas é o Reino de Deus, disse Jesus – e depois se estendeu para outras pessoas queridas. Tudo isso tem sentido quando não se perde o sentido da alegria do Natal, pois não existe Natal sem Jesus Cristo.

De modo especial, tem um grande sentido lembrar dos pobres nesse dia. São Francisco venerava tanto o Dia do Natal que ele queria até alimentar as aves do céu. Mais ainda precisamos cuidar dos mais pobres para que o Natal não seja para eles um dia triste. No entanto, o Natal não deve ser apenas celebrado um dia. Melhor ainda é que essas famílias pobres e desamparadas, sobretudo neste tempo de pandemia, recebam um auxílio permanente, não só dos governos, mas de toda a população.

O Natal fixou a figura do Papai Noel, um pálido reflexo da pessoa que a inspirou: São Nicolau, bispo de Mira, antiga cidade da costa meridional da atual Turquia. Com seu carisma de caridade, o “bom velhinho” persiste ainda hoje, apesar de ficar restrito apenas à imagem de comercialização no período das festas de Natal.

Que possamos fazer do Natal um momento de celebrar o amor, a paz e a ajuda sobretudo aos irmãos mais necessitados!

*Felipe Aquino é professor de física e matemática, autor de mais de 70 livros e apresentador dos programas “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos” na TV Canção Nova. Em julho de 2012 recebeu o título de “Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno”, concedida pelo Papa às pessoas que se destacam, no seu trabalho, em prol da evangelização, em defesa da fé e do desenvolvimento da Igreja Católica.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

Sebrae impulsiona o desenvolvimento tecnológico dos pequenos negócios

Com apoio da consultoria da ABGI Brasil, micro e pequenas empresas vão receber apoio financeiro e técnico para aperfeiçoar os negócios



O Sebrae contratou a ABGI Brasil, consultoria especializada em inovação e incentivos, para prospectar potenciais micro e pequenas empresas com capacidade de incrementar seus modelos de negócios com soluções de alta tecnologia. Os investimentos disponíveis, em torno de R$ 22 milhões para utilização até final de 2022, serão aportados por meio do contrato entre o Sebrae e Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). As empresas que estiverem adequadas aos critérios do contrato na modalidade de desenvolvimento tecnológico, serão subsidiadas com até R$ 150 mil do Sebrae que serão somados aos recursos investidos pela Embrapii e o apoio técnico de uma das 72 unidades de Ciência e Tecnologia credenciadas.

De acordo com a gestora de Inovação do Sebrae, Giovana Serenato, essa é uma oportunidade perfeita para as micro e pequenas empresas, inclusive startups e empresas de base tecnológica, incrementarem suas soluções tecnológicas. Segundo ela, a meta mínima é fechar 40 contratos até agosto do ano que vem. “São recursos não reembolsáveis, que não dependem de edital e estão disponíveis para uso imediato, de forma ágil e dinâmica, na alavancagem tecnológica dos pequenos negócios. Não envolve sociedade ou questões relacionadas à propriedade intelectual com o Sebrae”, ressaltou.

Além de organizar o fluxo do processo de conexão com as micro e pequenas empresas, a ABGI Brasil será responsável por analisar a maturidade dos negócios e fazer o match com a unidade credenciada da Embrapii que mais se identifica com a proposta do projeto de inovação.

Entenda


Por meio do contrato do Sebrae com a Embrapii, os projetos de PD&I recebem investimentos financeiros e operacionais, a fundo perdido, que variam de acordo com a modalidade escolhida. Ao todo são três modalidades previstas no convênio. A primeira delas trata-se do desenvolvimento tecnológico, que terá apoio da ABGI Brasil, para impulsionar os pequenos negócios interessados em desenvolver soluções de alta tecnologia.

As outras duas modalidades são encadeamento tecnológico e aglomeração tecnológica que contam com o apoio da empresa Beta-i Brasil para alavancar recursos adicionais para o desenvolvimento de soluções de alto impacto econômico, social e ambiental em benefício de micro e pequenas empresas de negócios tradicionais que formam a cadeia de grandes empresas ou segmentos econômicos. Essas duas últimas modalidades podem contar com participação de empresas de médio e grande porte atuando como parceiras dos pequenos negócios ou representantes de segmento interessados em compartilhar recursos para propor soluções na cadeia produtiva.

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Filme “SELVAGEM” estreia dia 2 de dezembro em seis capitais do país

Depois de faturar 32 prêmios em 10 festivais, sendo oito como melhor filme, incluindo o Festival Latino Americano de São Paulo, o filme “SELVAGEM” chega às salas de cinema no próximo dia 2 de dezembro. O filme dirigido por Diego da Costa entrará em cartaz em São Paulo (Itaú Frei Caneca/Spcine), Rio de Janeiro (Itaú Botafogo), Belo Horizonte (Belas Artes), Brasilia (Itaú), Salvador (Glauber Rocha) e Maceió (Cine Pajuçara).

Existe um lugar em que "Selvagem" se colocou, involuntariamente. Um lugar onde sua relação com o tempo presente é muito forte e pulsante, no sentido de ser um filme de ficção inspirado em fatos, mas sem o distanciamento histórico habitual, como observamos em outros filmes do gênero, como Marighela ou Carandiru, pra dar apenas dois exemplos.

Diferente da experiência que se tem normalmente com essa espécie de filme, que, em certa medida, servem para nos contar e nos mostrar uma história que não conhecemos ou que conhecemos pouco, para as pessoas que assistem é como se elas estivessem revivendo tudo que viveram há pouco tempo, o filme mexe com afetos presentes.

Além disso, "Selvagem" tem uma relação muito forte com qualquer pessoa que tenha um cotidiano na escola pública e acredita na escola pública. Tendo vivido uma ocupação ou não.

Essa constatação explica um pouco o fato de uma parte significativa das pessoas que assistiram o filme o chamarem de documentário ou ficarem confusas ao tentarem classifica-lo. Vale dizer, que todo um boca a boca do filme rolou nessa perspectiva, de pessoas assistirem e o indicarem como se fosse um documentário. E tudo isso só é possível porque o tempo de realização e veiculação do filme foi extremamente curto para uma obra de longa-metragem ficcional, já que ele foi filmado em 2018, em 2019 estava circulando em festivais e em 2021 já estreia nos cinemas. E não podemos deixar de lado que o roteiro, espinha dorsal da obra, teve o primeiro tratamento finalizado em 2016, portanto, menos de um ano após os fatos retratados. Sem contar que no processo de seleção de elenco e, posteriormente, nos ensaios, as atrizes e atores, sendo todos participantes, direta ou indiretamente, das ocupações de 2015, atuaram ativamente na reelaboração do roteiro, junto dos roteiristas e direção, algo que acabou trazendo ao filme um forte caráter documental, tão observado pelos espectadores nas centenas de sessões já realizadas.

Ano de Produção: 2021
Duração: 95'
Genero: Drama - Coming of Age
Produtoras: Pietà Filmes, DGT
Distribuidora: Pietà Filmes


Prêmios em Festivais

42º Festival Guarnicê de Cinema: Melhor Filme, Atriz, Atriz Coadjuvante, Ator Coadjuvante, Desenho de Som e Trilha Sonora Original;

14º Festival Latino-Americano de São Paulo: Melhor Filme do Público;

XV Panorama Coisa de Cinema: Melhor Filme do Juri de Cachoeira;

3º Festival de Cinema de Jaraguá do Sul: Melhor Direção;

2º Palmacine: Menção: Honrosa (competitiva apenas para curtas);

5º Santos Film Festival: Melhor Filme da Mostra Humanidades;

2º Inhapim Film Festival: Melhor Maquiagem, Melhor Direção de Arte, Melhor Atriz coadjuvante, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Produção e Melhor Filme;

FESTCIMM 2021: Melhor Filme, Melhor Direção de Arte, Melhor Roteiro, Melhor Som;

2º Festival Saindo da Gaveta: Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Ator, Melhor Atriz;

Offcine 20: Melhor atriz coadjuvante - Lucelia Santos, Melhor Fotografia, Melhor Direção Melhor Produção, Melhor Filme;




quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Brasileiros precisam trabalhar mais de 1 ano para comprar o novo iPhone



Estudo revela os preços dos gadgets no Brasil em comparação com outros países do mundo

Todo ano com o lançamento de novos modelos de sua linha de produtos, a Apple movimenta bilhões de dólares. Com o recente lançamento do iPhone 13, a expectativa é um crescimento ainda maior.

O produto de maior sucesso ainda é o iPhone, responsável por 48% do total da receita da empresa. Porém, um segmento com um dos maiores crescimentos são os wearable (relógios, fones e acessórios) que há poucos anos representavam 5% e atualmente subiram para 11%.

Para efeito de grandeza, somente a soma das vendas dos AirPods (fone de ouvido sem fio da marca) é maior que o total de faturamento de empresas como a Spotify, Twitter, Snapchat e Shopify juntas.

A marca cobiçada por aficionados pela tecnologia é também a mais valiosa do mundo, com $408 bilhões de valor - na frente da Amazon, Microsoft e Google, respectivamente.

No Brasil, a Apple também possui um público fiel à marca, mais de 14% de todos os celulares vendidos, são do sistema operacional iOS.

Porém os brasileiros precisam desembolsar um alto valor para adquirir os produtos da marca. O Brasil é o país onde o iPhone, iPad, AirPods e Mackbook, são os mais caros do planeta.

É o que revela uma pesquisa realizada pelo portal de descontos CupomValido.com.br com a Statista e Nukeni, onde foi compilado os preços das lojas oficiais da Apple.

Ao levar em consideração o salário mínimo do país, os brasileiros precisam trabalhar o equivalente a 14 meses para comprar um iPhone 13 Pro Max 1TB.

Bem longe dos americanos, que necessitam de pouco mais de 1 mês para comprar o mesmo smartphone, e no caso australianos necessitam somente de 12 dias de trabalho (a Austrália possui o maior salário mínimo mundial).

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Impulsionando Arte promove atrações especiais de Natal



Está chegando a época mais aguardada do ano. O sonho ganha cores e brilhos, os olhos se enchem de esperança. O Natal vem aí e a Impulsionando Arte criou apresentações especiais dedicadas à enaltecer a principal mensagem da data: o amor e a união devem prevalecer sempre.

Para isso, a trupe da Impulsionando Arte traz “Contos e Cantos de Natal 2021”, em que o aprendizado em cantar e contar o Natal ajudam crianças e adultos a desvendarem os símbolos e o significado do Natal de forma lúdica e divertida.

As músicas são conhecidas, mas os contos dão significado de todo ritual do natal é transformado. Por meio de músicas e histórias, adultos e crianças possam ressignificar o sentido do natal, conectar-se uns aos outros e aproveitar o momento mágico de estar entre os que amam.

No repertório, constam músicas e memórias como Natal das crianças,

Lenda do Pinheiro de natal, Pinheirinhos que alegria, Bate o sino, Anoiteceu, História Sonho do Papai Noel, O velhinho, Quero ver, A lenda da vela de natal, Vem que está chegando natal, entre outras.

Além dos shows, a Impulsionando Arte apresenta também oficinas temáticas de Natal, ensinando crianças e adultos a criarem seu próprio biscoito de Natal, Árvore de Natal, Slime Natalino, Oficina de Boneco de Natal, Enfeites de Natal e Cartinha para o Noel.



OFICINAS DE NATAL IMPULSIONANDO ARTE

Oficina de biscoito de Natal - Kit com dois biscoitos, confetes e bisnagas com chantily colorido para decorar seu biscoito de Natal.

Oficina de Arvore de Natal - kit com jornais, enfeites e purpurina para confeccionar sua própria arvore de natal

Oficina de Slime Natalina - slime surpresa com bolinha de isopor e purpurina colorida para brincar e se divertir.

Oficina de Boneco de Natal - utilizando rolo de papel, cartolina colorida, canetinha e lápis, vários personagens vão ser criados para brincar neste Natal

Oficina Cartinha para o Noel - uma ajudinha da Impulsionando Arte para fazer a sua cartinha para o bom velhinho. Além da cartinha eles farão um cartão que pode ser colocado na arvore de Natal.

Oficina de enfeites de Natal - kit com pedaços de lantejoulas, barbantes para poder confeccionar enfeites para arvore de Natal

Conheça mais em @impulsionandoarte



Sobre a Impulsionando Arte

A Impulsionando Arte é uma companhia que trabalha com a arte do brincar desde 2011. Logo no início, atuamos em inúmeros eventos culturais (de bandas e artistas), além de eventos particulares e corporativos. Foram quase sete anos de muita diversão e aprendizado, e encontramos um caminho muito especial na arte educacional. Em meados de 2018, migramos toda nossa energia para fazer desta arte nossa especialidade, com o resgate do sentir, experimentar, viver!

Brincando com Arte levamos e elevamos a educação, emoções, alegrias. Somos artistas e acreditamos na força da arte para educar e fortalecer laços familiares!







segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Petrobrás registra nos dois últimos anos maior volume de vazamentos de óleo e derivados desde 2013



A Petrobrás teve 23 vazamentos de óleo e derivados, entre 2019 e 2020, totalizando 631,8 metros cúbicos, o equivalente a quase 4 mil barris de petróleo. Esse volume superou a soma dos vazamentos registrados no período de seis anos, entre 2013 e 2018, que acumularam 434,81 metros cúbicos. Segundo levantamento do Instituto Latino-Americano de Estudos Socioeconômicos (Ilaese) para o Observatório Social da Petrobrás (OSP), baseado no relatório anual de sustentabilidade da estatal, 2019 registrou o pior índice da empresa dos últimos dez anos. Foram 17 vazamentos, que somaram 415,3 metros cúbicos, representando 2.613 barris de petróleo.

Com o maior crescimento da década, o índice de 2019 interrompeu a tendência de queda que a empresa vinha seguindo desde 2015. Em quatro anos, os vazamentos diminuíram 74%. Em 2020, o número de registros caiu quase pela metade em relação ao ano anterior (216,5 metros cúbicos). “A porcentagem, entretanto, manteve-se significativa frente ao tímido crescimento da produção bruta da Petrobrás”, afirma Gustavo Machado, economista do Ilaese e do OSP.

Segundo ele, na última década, a produção da Petrobrás cresceu apenas 5,84%, enquanto os vazamentos se multiplicaram nos últimos dois anos. “Os danos ambientais são consequência direta da atividade desenvolvida, sobretudo no caso de uma indústria extrativa. Uma empresa que multiplica sua produção em um dado período terá um impacto ambiental equivalente à expansão de suas atividades. E nos últimos 15 anos, sobretudo na última década, não houve grande avanço na produção total da Petrobrás, principalmente no caso do petróleo”, argumenta.
Para o economista, a questão ambiental tornou-se mais alarmante nos últimos dois anos, quando houve um aprofundamento sem precedentes da privatização da Petrobrás. “Os impactos ambientais não são decorrentes apenas da atividade direta desenvolvida pela Petrobrás. Eles surgem também em consequência das opções de investimento da empresa. A privatização do pré-sal e das diversas unidades da companhia tem como tendência o aumento de acidentes no alto-mar, com impactos ambientais incomensuráveis”, alerta.

Outro ponto destacado no estudo é a redução drástica nos investimentos em projetos socioambientais por parte da Petrobrás. Esses investimentos representavam um total de R$ 495 milhões em 2013, caindo para R$ 89 milhões no ano passado, sem considerar a correção monetária.

Lucro e corte de custos

De acordo com Machado, no processo de privatização a prioridade passa a ser o lucro rápido com os menores investimentos possíveis. “Diante disso, uma das medidas iniciais a serem tomadas é o corte de custos. E a área ambiental é uma das primeiras a sofrerem essa consequência. Nesse cenário que envolve uma indústria extrativa, os impactos ambientais, decorrentes de negligências e diminuição de gastos, costumam ser enormes”, ressalta.

Como exemplo, o economista cita dois conhecidos casos de acidentes envolvendo a empresa Vale, nas cidades mineiras de Brumadinho, em 2019, e Mariana, dois anos antes. Segundo ele, a Vale foi vendida por US$ 3 bilhões em 1998 e, desde então, a empresa ganhou mais de US$ 90 bilhões apenas em lucro líquido, sendo que cerca de metade desse montante foi transferido para a conta bancária de seus acionistas na forma de dividendos. “Dois anos após a ruptura de uma barragem com quase 300 fatalidades e impactos ambientais sem precedentes, a Vale registrou o maior dividendo de sua história. Foram R$ 18 bilhões entregues aos seus acionistas”, ressalta. Essa foi a maior fatia de dividendos distribuída entre todas as empresas privadas do Brasil. A Petrobrás ficou em terceiro lugar.

A produção do pré-sal, segundo o economista, possui uma das taxas de lucro mais elevadas do mercado e a empresa se empenha em explorar essas reservas ao máximo, ao mesmo tempo em que vende suas participações em unidades de energias renováveis, que produzem biocombustível e eólica. “A participação da Petrobrás no setor eólico, o que mais cresce no país na última década, foi encerrada com a venda do parque eólico Mangue Seco 2, no Rio Grande do Norte. Simultaneamente, a empresa se esforça para vender a Petrobrás Biocombustíveis, a PBio, justamente quando ela se tornou lucrativa em função de estímulos fiscais ao setor. Algo extremamente contraditório”, conclui.

Para mais informações, acesse o site do Observatório Social da Petrobrás:
https://observatoriopetrobras.com/