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sábado, 13 de fevereiro de 2016

Esclarecimento sobre o uso do larvicida pyriproxifen

Não existe nenhum estudo epidemiológico que comprove a associação do uso de pyriproxifen e a microcefalia. O Ministério da Saúde somente utiliza larvicidas recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Os produtos passam por um rigoroso processo de avaliação da World Health Organization Pesticed Evaluation Scheme (WHOPES).

O pyriproxifen está entre os produtos aprovados por esse comitê e também possui certificação pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que avalia a segurança do larvicida no Brasil.


Ao contrário da relação entre o vírus Zika e a microcefalia, que já teve sua confirmação atestada em exames que apontaram a presença do vírus em amostras de sangue, tecidos e no líquido amniótico, a associação entre o uso de pyriproxifen e a microcefalia não possui nenhum embasamento cientifico. É importante destacar que algumas localidades que não utilizam o pyriproxifen também tiveram casos de microcefalia notificados.

A Secretaria de Estado da Saúde do Rio Grande do Sul (SES/RS), como autoridade de saúde local, tem autonomia para utilizar o produto adquirido e distribuído pelo Ministério da Saúde ou desenvolver estratégias alternativas.


Cabe ressaltar que o Ministério da Saúde somente recomenda a utilização de larvicidas em situações especiais, onde há necessidade de armazenamento de água e os depósitos não podem ser protegidos fisicamente.


É importante lembrar que para erradicar o Aedes aegypti e todos os seus possíveis criadouros, é necessária a adoção de uma rotina com medidas simples para eliminar recipientes que possam acumular água parada. Quinze minutos de vistoria são o suficiente para manter o ambiente limpo. Pratinhos com vasos de planta, lixeiras, baldes, ralos, calhas, garrafas, pneus e até brinquedos podem ser os vilões e servir de criadouros para as larvas do mosquito. Outras iniciativas de proteção individual também podem complementar a prevenção das doenças, como o uso de repelentes e inseticidas para o ambiente.


Confira relatório da OMS sobre a utilização do pyriproxifen:

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Paralisação descumpre determinação do TST



Gestão da malha evitou maiores transtornos


A paralisação realizada por aeronautas e aeroviários em 12 aeroportos brasileiros, na manhã de hoje (03/02), causou transtornos a passageiros em todo o país ao descumprir determinação do TST de manutenção mínima de 80% do efetivo na operação aérea.

De acordo com informações obtidas junto ao Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), dos 399 voos (entre pousos e decolagens domésticas e internacionais) previstos para acontecer entre as 6h e 8h, 22% tiveram que ser cancelados e 48% sofreram atrasos. O número de passageiros impactados em decorrência da paralisação das operações pode superar 45 mil.

Os impactos foram minimizados devido às iniciativas das companhias aéreas, que nos últimos dias contataram e reacomodaram um grande número de pessoas para voos em outras datas e horários.

Com um histórico de oferta de ganhos reais aos trabalhadores em todos os últimos 10 anos de negociação, o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA) segue aberto ao diálogo. No atual processo, as companhias fizeram, desde outubro, seis propostas aos trabalhadores.