Não existe nenhum estudo epidemiológico que comprove a associação do uso de pyriproxifen e a microcefalia. O Ministério da Saúde somente utiliza larvicidas recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Os produtos passam por um rigoroso processo de avaliação da World Health Organization Pesticed Evaluation Scheme (WHOPES).
O pyriproxifen está entre os produtos aprovados por esse comitê e também possui certificação pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que avalia a segurança do larvicida no Brasil.
Ao contrário da relação entre o vírus Zika e a microcefalia, que já teve sua confirmação atestada em exames que apontaram a presença do vírus em amostras de sangue, tecidos e no líquido amniótico, a associação entre o uso de pyriproxifen e a microcefalia não possui nenhum embasamento cientifico. É importante destacar que algumas localidades que não utilizam o pyriproxifen também tiveram casos de microcefalia notificados.
A Secretaria de Estado da Saúde do Rio Grande do Sul (SES/RS), como autoridade de saúde local, tem autonomia para utilizar o produto adquirido e distribuído pelo Ministério da Saúde ou desenvolver estratégias alternativas.
Cabe ressaltar que o Ministério da Saúde somente recomenda a utilização de larvicidas em situações especiais, onde há necessidade de armazenamento de água e os depósitos não podem ser protegidos fisicamente.
É importante lembrar que para erradicar o Aedes aegypti e todos os seus possíveis criadouros, é necessária a adoção de uma rotina com medidas simples para eliminar recipientes que possam acumular água parada. Quinze minutos de vistoria são o suficiente para manter o ambiente limpo. Pratinhos com vasos de planta, lixeiras, baldes, ralos, calhas, garrafas, pneus e até brinquedos podem ser os vilões e servir de criadouros para as larvas do mosquito. Outras iniciativas de proteção individual também podem complementar a prevenção das doenças, como o uso de repelentes e inseticidas para o ambiente.
Confira relatório da OMS sobre a utilização do pyriproxifen:
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sábado, 13 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Paralisação descumpre determinação do TST
A paralisação realizada por aeronautas e aeroviários em 12 aeroportos brasileiros, na manhã de hoje (03/02), causou transtornos a passageiros em todo o país ao descumprir determinação do TST de manutenção mínima de 80% do efetivo na operação aérea.
De acordo com informações obtidas junto ao Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), dos 399 voos (entre pousos e decolagens domésticas e internacionais) previstos para acontecer entre as 6h e 8h, 22% tiveram que ser cancelados e 48% sofreram atrasos. O número de passageiros impactados em decorrência da paralisação das operações pode superar 45 mil.
Os impactos foram minimizados devido às iniciativas das companhias aéreas, que nos últimos dias contataram e reacomodaram um grande número de pessoas para voos em outras datas e horários.
Com um histórico de oferta de ganhos reais aos trabalhadores em todos os últimos 10 anos de negociação, o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA) segue aberto ao diálogo. No atual processo, as companhias fizeram, desde outubro, seis propostas aos trabalhadores.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Bloco da Farofa Aquática promove pré-carnaval de salão no Centro Cultural Rio Verde
Há seis anos o grupo antecipa o carnaval de salão na Vila Madalena. Formado por músicos das bandas Cabana Café, BIKE e ex-integrantes da bateria da ESPM, o Bloco é um coletivo musical que já promoveu festas lotadas no Centro Cultural Rio Verde, Espaço Miscelânea Cultural e hostéis da região.
O grupo faz releituras de marchinhas tradicionais, além de versões bem-humoradas de Michael Jackson, Manu Chao, Guns N’ Roses, entre outros artistas. Afinal de contas, farofa vai bem com tudo e o carnaval também. O coletivo propõe: “Pode ir fantasiado, pode ir de terno, pode ir pelado, pode ir pintado. Só não pode ir desanimado!”
SERVIÇO
Local: Centro Cultural Rio Verde
Endereço: Rua Belmiro Braga, 119 – Pinheiros – São Paulo – SP
Data: 04/02/16 (quinta-feira)
Hora: a festa começa às 22h, a Farofa Aquática toca 00h e depois do show tem DJ.
Preço: R$20 antecipado (link no evento) | R$25 para os 100 primeiros, | R$30 para os demais
Tempo de duração: 5h
Página no Facebook: www.facebook.com/blocodafarofaquatica
Evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/1509370862692688/
Tem estacionamento no local? Não
É ingresso ou couvert? Ingresso
Tem ar condicionado? Tem
Tem área para fumantes? Tem
É possível comprar por telefone? Não
Tem acesso para deficientes? Sim
Lotação da casa: 700 pessoas
Formas de pagamento: dinheiro, cartão de débito, cartão de crédito
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
Governo federal e Banco do Brasil já têm R$ 10 bi para pré-custeio da próxima safra, diz ministra
Em reunião com Nelson Barbosa (Fazenda), Kátia Abreu também conversou sobre alternativas para o financiamento rural
Brasília (08/01/2016) - O governo federal e o Banco do Brasil já garantiram R$ 10 bilhões para o pré-custeio da próxima safra. A informação foi divulgada pela ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) depois de se reunir com o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, para discutir novas formas de financiar o crédito agrícola.
O governo federal, destacou a ministra, está consciente da importância do crédito de pré-custeio e garantirá os recursos para a safra 2016/2017. Kátia Abreu levou o assunto à presidente Dilma Rousseff durante audiência na última quarta-feira (6) e recebeu apoio da chefe do Executivo.
“Estamos trabalhando desde o ano passado, e o Banco do Brasil nos garantiu que tem R$ 10 bilhões da poupança rural e do depósito à vista para o pré-custeio. Isso está solucionado, não me preocupa mais”, disse a ministra a jornalistas. “A presidente está muito atenta ao pré-custeio porque sabe que a falta dele pode trazer prejuízo para os agricultores.”
Crédito
Kátia Abreu e Nelson Barbosa discutiram ainda novas formas de custear o crédito agrícola da safra 2016/2017. O assunto vem sendo tratado com antecedência para assegurar o maior montante possível de financiamento. No ano passado, o governo disponibilizou R$ 187,7 bilhões, valor 20% maior que na safra anterior.
Por causa do ajuste fiscal implementado no governo federal, Mapa e Fazenda vêm buscado outras alternativas além das linhas tradicionais de apoio ao crédito.
“O Mapa é parceiro do ajuste fiscal. Não queremos benesses, apenas o que a agricultura precisa, o que for estritamente necessário. Esse é o setor que dá mais resultados para o país. Por isso, podemos antecipar a discussão e começar a pensar em novas formas de financiamento”, reforçou a ministra.
Entre as alternativas estudadas pelos dois ministérios, está a possibilidade de emissão do Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) indexado ao dólar e eventuais mudanças na subvenção das Letras de Crédito do Agronegócio (LCA).
Seguro
De acordo com a ministra, o seguro agrícola para o clima poderá alcançar R$ 1 bilhão em 2016, cobrindo 20 milhões de hectares. O Orçamento da União deste ano já garante R$ 741 milhões, mas o Mapa estuda novas fontes de receita para aumentar o valor.
Do total de 60 milhões de hectares de área plantada no país, o Mapa avalia que 30 milhões correm risco climático, assinalou Kátia Abreu. “Com R$ 1 bilhão, conseguimos cobrir 20 milhões de hectares, o que é quase que 100% da área crítica do país. Seria um grande avanço”, disse. “Mesmo em ano de ajuste, o Mapa, o Banco do Brasil, Fazenda e Planejamento estão de mangas arregaçadas para encontrar fontes de recursos para cobrir essa diferença.”
Brasília (08/01/2016) - O governo federal e o Banco do Brasil já garantiram R$ 10 bilhões para o pré-custeio da próxima safra. A informação foi divulgada pela ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) depois de se reunir com o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, para discutir novas formas de financiar o crédito agrícola.
O governo federal, destacou a ministra, está consciente da importância do crédito de pré-custeio e garantirá os recursos para a safra 2016/2017. Kátia Abreu levou o assunto à presidente Dilma Rousseff durante audiência na última quarta-feira (6) e recebeu apoio da chefe do Executivo.
“Estamos trabalhando desde o ano passado, e o Banco do Brasil nos garantiu que tem R$ 10 bilhões da poupança rural e do depósito à vista para o pré-custeio. Isso está solucionado, não me preocupa mais”, disse a ministra a jornalistas. “A presidente está muito atenta ao pré-custeio porque sabe que a falta dele pode trazer prejuízo para os agricultores.”
Crédito
Kátia Abreu e Nelson Barbosa discutiram ainda novas formas de custear o crédito agrícola da safra 2016/2017. O assunto vem sendo tratado com antecedência para assegurar o maior montante possível de financiamento. No ano passado, o governo disponibilizou R$ 187,7 bilhões, valor 20% maior que na safra anterior.
Por causa do ajuste fiscal implementado no governo federal, Mapa e Fazenda vêm buscado outras alternativas além das linhas tradicionais de apoio ao crédito.
“O Mapa é parceiro do ajuste fiscal. Não queremos benesses, apenas o que a agricultura precisa, o que for estritamente necessário. Esse é o setor que dá mais resultados para o país. Por isso, podemos antecipar a discussão e começar a pensar em novas formas de financiamento”, reforçou a ministra.
Entre as alternativas estudadas pelos dois ministérios, está a possibilidade de emissão do Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) indexado ao dólar e eventuais mudanças na subvenção das Letras de Crédito do Agronegócio (LCA).
Seguro
De acordo com a ministra, o seguro agrícola para o clima poderá alcançar R$ 1 bilhão em 2016, cobrindo 20 milhões de hectares. O Orçamento da União deste ano já garante R$ 741 milhões, mas o Mapa estuda novas fontes de receita para aumentar o valor.
Do total de 60 milhões de hectares de área plantada no país, o Mapa avalia que 30 milhões correm risco climático, assinalou Kátia Abreu. “Com R$ 1 bilhão, conseguimos cobrir 20 milhões de hectares, o que é quase que 100% da área crítica do país. Seria um grande avanço”, disse. “Mesmo em ano de ajuste, o Mapa, o Banco do Brasil, Fazenda e Planejamento estão de mangas arregaçadas para encontrar fontes de recursos para cobrir essa diferença.”
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Unidade de Sumaré da Tintas Sherwin-Williams reúne artistas do Grafitti
Um dos pioneiros da street art no Brasil e na América Latina, atuando no grafitti desde 1984, Binho Ribeiro, e outros cerca de 20 grafiteiros importantes do cenário nacional, de São Paulo, região de Sumaré e Região Metropolitana de Campinas, reuniram-se para a ação prol ao movimento e à cultura, fazendo arte com Colorgin, no muro da unidade de Sumaré da Tintas Sherwin-Williams. A ação ocorreu entre os dias 18 e 20 de dezembro.
“Produzimos tintas em spray e a parte interna da empresa em Sumaré já é decorada com o grafitti. Agora é a vez da porta de entrada da Tintas Sherwin-Williams receber o incrível trabalho e a arte destes talentosos grafiteiros. Com certeza, a ação foi um incentivo para a promoção do grafitti. Cobrimos a terra é o nosso slogan e reconhecemos quem sabe fazer isso com muito talento também”, disse Eginaldo Franzão, Gerente de Marketing da Sherwin-Williams para os segmentos de tintas imobiliárias e sprays.
Sobre a Colorgin
Com foco em públicos de artesanato, casa e manutenção, arte e decoração, a Colorgin tem 25 linhas de produtos, entre elas Arte Urbana, de sprays voltados especialmente ao trabalho de grafiteiros.
Investindo constantemente em estudos e desenvolvimento de tecnologias, a Colorgin tem como principal filosofia ser a pioneira em tudo que faz, buscando atender e superar as necessidades dos clientes e inovar em seus lançamentos. Foi a primeira marca a lançar uma tinta spray ecologicamente correta, formulada à base de água: Colorgin Eco.
A Colorgin iniciou suas atividades em um galpão no bairro do Cambuci, em São Paulo. Na década de 70, mudou-se para São Bernardo do Campo e, em 2001, para Taboão da Serra, junto à Sherwin-Williams do Brasil. Hoje os produtos são fabricados na unidade de tintas industriais em Sumaré, no interior de São Paulo.
Sobre a Sherwin-Williams
A Tintas Sherwin-Williams está presente no Brasil há 70 anos, atuando entre as principais fabricantes do Brasil. A companhia produz tanto para o segmento imobiliário, como industrial, automotivo, aerosol, e tinta em pó, com marcas reconhecidas como Metalatex, Novacor, KemTone, Colorgin, Aquacryl e Sumaré, disponíveis em mais de 20 mil pontos de vendas.
A empresa é uma das fabricantes de tintas que mais investem em pesquisa e desenvolvimento, sendo responsável por diversos produtos que tornaram-se referência no mercado. A Sherwin-Williams foi eleita pela revista Forbes, por dois anos consecutivos, a empresa mais inovadora do mundo no setor de tintas. Neste ano, foi premiada na categoria Ouro pela Coca-Cola FEMSA Brasil em seu programa de reconhecimento dos melhores fornecedores.
Localizada no estado de São Paulo e de Pernambuco, a Sherwin-Williams possui escritórios e fábricas nos municípios de Taboão da Serra/SP e Igarassú/PE, no segmento imobiliário. Também faz parte do grupo a unidade de tintas industriais, aerosol e tinta em pó em Sumaré/SP.
domingo, 13 de dezembro de 2015
Embu das Artes inaugura sua Unidade de Pronto Atendimento – UPA Zilda Arns
Em uma área construída de 1.817 m², a UPA tem três pavimentos, dois elevadores (preparados para receber macas) e rampas. A unidade possui salas de urgência e emergência, sala de estabilização com monitor cardíaco, salas de observação, atendimento pediátrico personalizado e 15 leitos de observação. A equipe de profissionais contará com 2 médicos pediatras e 4 clínicos gerais por plantão de 12 horas, além do corpo de enfermagem. Também há atendimento às urgências odontológicas. A expectativa de atendimento é de 700 pessoas/dia, inclusive pediátrico, inédito na região.
O investimento na construção da unidade é de R$ 5,270 milhões. Os recursos são provenientes do Ministério da Saúde e da Prefeitura, que banca R$ 3 milhões.
Sobre a UPA
As UPAs funcionam 24 horas por dia, sete dias por semana, e podem resolver grande parte das urgências e emergências, como pressão e febre alta, fraturas, cortes, infarto e derrame. Elas inovam ao oferecer estrutura simplificada - com Raio X, eletrocardiografia, pediatria, laboratório de exames e leitos de observação. Nas localidades que contam com as UPAs, 97% dos casos são solucionados na própria unidade. Quando o paciente chega às unidades, os médicos prestam socorro, controlam o problema e detalham o diagnóstico. Eles analisam se é necessário encaminhar o paciente a um hospital ou mantê-lo em observação por 24h.
UPA tem classificação de risco
A UPA Embu das Artes terá classificação de risco. O objetivo é identificar a prioridade clínica e o nível de urgência do atendimento, facilitando a gestão de cada paciente e do serviço como um todo.
Ao dar entrada na UPA, o paciente será avaliado de acordo com critérios baseados em sua condição e nos sintomas apresentados. O paciente é avaliado de acordo com sua queixa, sintomas, sinais vitais, entre outros fatores, sendo, então, identificado com pulseiras de cores correspondentes ao grau de risco de seu atendimento.
Aos pacientes com patologias mais graves e risco alto é atribuída a cor vermelha; casos muito urgentes recebem a cor laranja; a cor amarela é entregue aos casos urgentes; e as cores verde e azul representam casos de menor gravidade, com possibilidade de aguardar por mais tempo. A partir dessa avaliação inicial, é gerado um relatório de estratificação, que indica para qual especialidade médica o paciente deve ser encaminhado e em quanto tempo.
Nossa rede
Embu das Artes possui 15 Unidades Básicas de Saúde, 4 unidades com especialidades, 2 pronto-socorros, 1 pronto-socorro infantil, 1 maternidade, 3 unidades de saúde mental, 1 posto avançado, 1 Samu Regional e Centro de Controle de Zoonoses.
Além das reformas de infraestrutura e implantação do processo de triagem com classificação de risco na nova Unidade de Pronto-Atendimento (UPA), 15 Unidades Básicas de Saúde do município foram informatizadas e aperfeiçoadas nos processos de primeiro atendimento e avaliação de risco. Os servidores também receberam treinamento na recém implantada plataforma de gestão da saúde, o E-SUS AB.
Inauguração da UPA Embu das Artes
Sábado, 12 de dezembro, 10h
Rua Poços de Caldas, 66, Jardim Dom José/Santo Eduardo
Conab busca ações para reduzir a perda e o desperdício de alimentos no Brasil
Representantes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reuniram-se, esta semana, com a Associação Brasileiras das Centrais de Abastecimento (Abracen), o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para discutir ações que objetivam a redução de perdas e desperdícios de frutas e hortaliças.
Uma das estratégias que apresenta grande eficiência para mitigação de perdas é o uso de embalagens adequadas. Segundo o superintendente de Abastecimento Social da Conab, Newton Araújo Junior, atualmente não há padrão de embalagem para o transporte de frutas e hortaliças no país. "O acondicionamento adequado dos produtos, além de diminuir a perda, confere agilidade no abastecimento das centrais e da rede varejista", destaca o superintendente.
Outra iniciativa visando a queda nos índices de desperdício é o aproveitamento do excedente de produtos não comercializados nas centrais, como ocorre no programa Sopa Amiga desenvolvido pela Ceasa de Recife. A partir do programa, são distribuídos 3.500 pratos e pães por dia, beneficiando 10 mil pessoas. Há, ainda, o chamado Barracão do Produtor, ação executada em Minas Gerais e outros estados do país para auxiliar os pequenos produtores na agregação de valor à produção.
O presidente da Abracen, Antônio Reginaldo Moreira, ressalta que as ações de combate ao desperdício de frutas e hortaliças também podem auxiliar no controle da inflação, uma vez que a maior oferta de produtos tende a levar a preços de comercialização mais justos no mercado. "Nesse cenário, as Centrais de Abastecimento são importantes pois regularizam os preços praticados. As Ceasas são um grande canal para comercialização da produção, principalmente do agricultor familiar", pondera.
De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o Brasil registra desperdício na ordem de 30% da produção de frutas e hortaliças na fase pós-colheita.
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