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domingo, 21 de novembro de 2021

Importância e preservação do Cerrado brasileiro é tema da campanha "No Vaccine For Climate Change"


Campanha lançada na Inglaterra, no início do COP26, alerta sobre as necessidades de cuidar do clima e do planeta, e foi lançada no Brasil no último domingo (14) pela RPMM Global, em parceria com a Rede de Sementes do Cerrado


Nos últimos anos, a influência humana acelerou a mudança climática e os resultados são cada vez mais preocupantes, principalmente com o avanço do desmatamento e o aumento do aquecimento global. Como forma de alertar sobre estes problemas e destacar a importância da preservação do Cerrado, a RPMM Global em parceria com a Rede Sementes do Cerrado (RSC), lançou no Brasil neste domingo, dia 14 de novembro, a campanha “No Vaccine For Climate Change”, que traduzido para o português significa “não há vacina para a mudança do clima”.

A ação de lançamento aconteceu nas principais praias na cidade do Rio de Janeiro, por ser um local de grande visibilidade nacional, e foi realizada através de uma faixa escrita com a #novaccineforclimatechange em um avião, que sobrevoou as praias do Leme, Copacabana, Leblon, Barra da Tijuca e Ipanema. O objetivo foi chamar a atenção e gerar engajamento das pessoas para a causa, marcando e compartilhando a # nas redes sociais.

“Quando pequeno lembro de escrever num cartaz a seguinte frase: preserve a natureza e salvará nossas riquezas. Hoje sonho um dia poder viver de forma totalmente sustentável e estou trabalhando nesse sentido. Entendo que a sustentabilidade vai além do meio ambiente, isto é, deve valorizar também aspectos sociais e econômicos do meio rural e urbano em que vivemos. Acredito que devemos garantir a vida às gerações futuras, logo temos que ter a consciência de que o nosso consumo e nossas atitudes diárias poderão mudar bastante o destino do Planeta Terra. Esta campanha em particular se faz muito importante, pois além de unir pessoas do bem, objetiva realizar um projeto musical em detrimento de uma causa de preservação ambiental. O bioma Cerrado é considerado a caixa d'água do Brasil e a RSC demonstra ser uma organização capaz de contribuir muito com a recuperação de áreas degradadas”, explica Raphael Collares, diretor de operações no Brasil da RPMM Global.

O ano de 2020 foi marcado pela pandemia de COVID-19, que forçou a humanidade a mudar os seus hábitos para lutar contra o Coronavírus. Mas o ano também foi considerado decisivo para enfrentar a emergência climática global, já que a janela de oportunidade para manter o aumento da temperatura global abaixo de 1,5° C está se esgotando.

O Brasil foi um dos países mais cobrados na Conferência das Nações Unidas Sobre as Mudanças Climáticas de 2021, a COP26, realizada na cidade de Glasgow, na Escócia. A conferência destacou que é urgente as ações de preservação de biodiversidade, principalmente do Cerrado brasileiro, segundo maior bioma do Brasil e da América do Sul.

Segundo dados da NASA, se os níveis de desmatamento continuarem, o resto do mundo como conhecemos irá desaparecer em cerca de 100 anos. O Cerrado é de extrema importância para ajudar a regular o clima, pois absorve grandes quantidades de dióxido de carbono, tornando-se chave na preservação para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e o aquecimento global.

“O Cerrado está acabando, mais de 50% já foi desmatado devido ao avanço da fronteira agrícola. A RSC se coloca como uma das soluções neste grande problema através da promoção da restauração ecológica associada às comunidades locais e tradicionais do bioma. Com isso, a gente consegue ter ganhos na área ambiental e também na questão social e econômica para os povos”, complementa Camila Motta, bióloga e presidente da RSC, uma organização sem fins lucrativos que trabalha com comunidades tradicionais do Cerrado, coletam sementes para plantar árvores, arbustos e capins para restaurar áreas degradadas. Cerrado é o segundo maior bioma do Brasil.

Conhecido como “o berço das águas”, o Cerrado abriga oito das doze bacia hidrográficas brasileiras e é uma das regiões com maior biodiversidade do planeta, abrigando 5% de todas as espécies, incluindo mais de 1.600 tipos de mamíferos, pássaros e répteis, e mais de 12 mil espécies de plantas. Nos últimos anos, esta região vem sendo devastada por incêndios criminosos e avanço da fronteira agropecuária, especialmente para produção de commodities. Com mais de 2 milhões de quilômetros quadrados, o Cerrado localiza-se na parte mais central do Brasil,incluindo os estados de Goiás, Tocantins, Maranhão, Piauí, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Distrito Federal.

Evento internacional arrecada fundos para o Cerrado, a savana brasileira

Para 2022, a RPMM Global está planejando apresentar o “RPMM Live: uma experiência musical em Festival – uma consciência do tamanho de um planeta”, um evento anual de música e entretenimento ao vivo para aumentar a conscientização sobre as mudanças climáticas. “Nosso objetivo é chamar a atenção para este problema global e seus impactos negativos no ecossistema do nosso planeta, destacando a importância do Cerrado e de outros ecossistemas para o mundo”, completa Collares, da RPMM Global.

O evento vai acontecer em Greenwich, em Londres, na Inglaterra, no Old Royal Naval College e o tema central será a preservação do bioma do Cerrado e as consequências das mudanças climáticas que vem afetando o nosso Planeta, destacando a parceria com a RSC. Quem participar poderá conferir os shows, como também usufruir de um workshop sobre o trabalho da RSC, o que trará um impacto positivo na experiência de todos os participantes, pois esta ação demonstrará a técnica e os pontos positivos dos trabalhos realizados por esta organização no Brasil.

“No Brasil a ideia é, em um segundo momento, realizar o evento em Alto Paraíso de Goiás, na Chapada dos Veadeiros/GO, com artistas nacionais e internacionais para arrecadar mais fundos para a nossa causa”, complementa Motta, da RSC. Imagine-se participando de palestras, workshops, mesas e rodas de conversas organizadas por palestrantes de universidades, representantes ambientais do governo e parceiros.

Campanha arrecada fundos para manter projetos socioambientais

Com o objetivo de continuar este projeto de restauração inclusiva no Cerrado, a RPMM e a RSC lançaram uma campanha para captar recursos, a "No Vaccine For Climate Change". O objetivo é arrecadar 100 mil libras, que serão utilizados para ajudar a RSC a continuar apoiando atividades de restauração ecológica Inclusiva, disseminação de conhecimento e geração de renda para as comunidades tradicionais do Cerrado. Quem tiver interesse em ajudar, pode realizar uma doação pela página do Just Giving, no link https://www.justgiving.com/crowdfunding/rpmm-global?utm_term=9AKaMWQkP.

Sobre a RPMM Global

Fundada em 2016, por Mario Matos, a RPMM Global hospedou eventos em Portugal, Reino Unido e Alemanha. Por muito tempo foi possível proporcionar aos clientes uma experiência musical diferenciada, com muita dança e criatividade. Acontece que durante o ápice do processo pandêmico mundial, a produtora decidiu dar início a criação de eventos com causas globais, com a finalidade de aumentar a conscientização e gerar fundos necessários para projetos ambientais em todo o mundo. Mario e seus parceiros Jonny Stopford e Raphael Collares estão empenhados em usar a plataforma RPMM para aumentar a conscientização positiva sobre as questões climáticas, incluindo a restauração do Cerrado. www.rpm.global.

Sobre a Rede de Sementes do Cerrado (RSC)

A Rede de Sementes do Cerrado (RSC) surgiu em 2001 com o propósito de fomentar a cadeia de produção de sementes no bioma Cerrado. Hoje é uma referência na área promovendo ativamente a semeadura direta como solução econômica e tecnicamente viável para a restauração ecológica do bioma e com isso contribuindo para discussões de políticas públicas na área. Atua de forma efetiva em toda a cadeia de produção de sementes, desde a capacitação de coletores até a comercialização.

Em 20 anos de experiência, a RSC realizou 13 projetos com objetivo de restauração e conservação do Cerrado, publicou mais de 10 livros sobre as espécies do Cerrado e técnicas relacionadas com a restauração de ecossistemas e diversos livretos e cartilhas e capacitou mais de 1.500 pessoas para atividades no setor de produção de sementes nativas e restauração ecológica do bioma Cerrado. Esta experiência e toda a rede de parceiros que vão desde a academia, sociedade e governo, foi estabelecida durante anos e proporciona oportunidades de melhoria de vida aos povos do Cerrado e benefícios sociais, ambientais e econômicos para a sociedade em geral. https://www.rsc.org.br/

5 dicas para reduzir custos com medicamentos

Segundo pesquisa do IBGE, famílias brasileiras chegam a comprometer 30% do orçamento com remédios. Fazer parte de Programas de Desconto é uma alternativa, que chega a 80% de redução no valor dos medicamentos

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os gastos mensais com medicamento comprometem 30% da renda familiar. Dessa forma e ainda vivendo uma incerteza econômica, impactada pela pandemia, a redução dos custos com medicamentos pode equilibrar, ou ao menos aliviar, o orçamento familiar.

Isso porque, os consumidores que dependem de medicamentos de uso contínuo têm sentido no bolso o aumento de até 10,08% nos preços dos remédios, autorizado pelo governo em abril deste ano. Este é o maior reajuste desde 2016 e representa o dobro do praticado no ano passado.

Considerando esse cenário, pesquisas realizadas pelo Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Continuada (IFEPEC) e dicas do PROTESTE - Associação Brasileira de Defesa do Consumidor ensinam o que fazer para economizar na compra de medicamentos. Confira!

Compare preços: Essa dica é antiga e pode parecer batida, mas continua sendo sempre válida! Pesquise preços em várias farmácias, até mesmo aquelas que estão no mesmo bairro podem sofrer uma grande diferença de valores. Na internet, busque também por sites que comparam preços de diversas drogarias como o Consulta Remédios e o Cliquefarma.

Opte por genéricos: Pergunte ao seu médico se o farmacêutico pode verificar a opção de o tratamento ser com medicamentos genéricos. Eles foram aprovados pela Anvisa por serem seguros e eficazes e, em geral, custam menos que os de referência.

Solicite a quantidade exata: Peça a quantidade exata ou a mais próxima para os dias de tratamento que você precisa. Assim você evita gastos desnecessários e faz uso consciente da medicação sem causar desperdícios.

Cadastre-se nos laboratórios: Procure pelos programas de descontos dos laboratórios, pois eles oferecem grandes descontos, de acordo com cada produto ou medicamento. Para isso, é preciso se cadastrar no site do laboratório, informando nome completo, CPF e outros dados pessoais. Caso faça uso recorrente de algum medicamento, vale conferir se esse tipo de desconto está disponível!

Busque por programas de descontos: Programas conveniados às drogarias e laboratórios oferecem descontos variados em diferentes produtos. A epharma, por exemplo, é uma plataforma que oferece gestão de programas para as empresas e descontos em medicamentos e diversos produtos de consumo oferecidos pela indústria, sendo a pioneira em PBM (programa de benefício em medicamentos) e das mais conhecidas em todo o Brasil.

A companhia atua em parceria com dezenas de gestores de RH de empresas que contratam o benefício para os seus colaboradores, além de mais de 30 mil farmácias e operadoras de saúde nacionais e regionais que oferecem descontos em medicamentos que chegam a 80% ou R$ 150 por mês, de acordo com cada programa contratado.

Em 2020, os 30 milhões de brasileiros beneficiados pela epharma chegaram a economizar 750 milhões de reais. Em 2021, a expectativa é economizar 1 bilhão de reais. Para conferir se o benefício está disponível para você, acione o RH da sua empresa ou baixe o app, disponível em iOS e Android.


sábado, 13 de novembro de 2021

ASA promove bazar solidário de Natal


25º ASA FAIR® acontece nos dias 02, 03 e 04 de dezembro no Colégio Madre Alix, no Jardim Paulistano, e terá os recursos destinados para crianças e idosos em vulnerabilidade social

Compras que fazem a diferença para alguém, especialmente em tempos de pandemia. Pensando nisso, a Associação Santo Agostinho (ASA) promove mais uma edição do seu já tradicional bazar solidário de Natal, em São Paulo. O 25º ASA FAIR® acontece nos dias 02, 03 e 04 de dezembro, no Colégio Madre Alix, no Jardim Paulistano. O evento beneficente reúne expositores de diferentes segmentos como alimentação, moda, decoração e brinquedos. Além disso, terá itens novos e seminovos do ASA Brechó – entre roupas femininas e infantis, sapatos, bijuterias, acessórios, utilitários, objetos de design e móveis. Opções de compras para toda a família.

A feira busca incentivar também o trabalho de empreendedores, pequenos produtores e lojistas. Os produtos estão com preços atrativos comparados aos valores de mercado, com itens a partir de 30 reais. É a chance de comprar presentes duplamente especiais neste Natal, com bons preços e com uma ação solidária. Vinte por cento da renda arrecadada no bazar irá para a manutenção das atividades da ASA, ONG que atende, em 11 unidades, a mais de 1.300 crianças, adolescentes e idosos em vulnerabilidade social na cidade de São Paulo.

A ASA, fundada em 1942, atende a mais de 1300 crianças, adolescentes e idosos em vulnerabilidade social na cidade de São Paulo. Crédito das fotos: Stela Handa.



Dentre as ações sociais promovidas pela ASA, destacam-se os Centros de Educação Infantil (CEIs ASA), localizados nos bairros de Lauzane Paulista, Bela Vista, Caxingui, Morumbi e Jardim Ester, cujo projeto pedagógico propicia espaço, tempo e materiais que permitam às crianças brincar, dormir, se movimentar, expressar pensamentos e sentimentos e adquirir autonomia. Nos Centros para Crianças e Adolescentes (CCAs ASA), localizados em Lauzane Paulista, Bosque da Saúde, Caxingui, Paraisópolis e Jardim Ester, durante o período do contraturno escolar, os educandos participam de atividades socioeducativas e oficinas de cultura digital, esportes, teatro, música, alimentação saudável, entre outras. Para os idosos, a ASA oferece o Centro Dia para Idosos (CDI ASA) Lar Santo Alberto, em Lauzane Paulista, na zona norte de São Paulo. Trata-se de um espaço de convivência para até 30 idosos, que acolhe e oferece oportunidades para um envelhecimento ativo e saudável. Lá eles participam de oficinas diversas, exercícios físicos e fisioterapêuticos, além de atividades que potencializam as relações sociais, a participação familiar, a autonomia e o fortalecimento das capacidades cognitivas.

A 25ª edição do ASA FAIR® marca o retorno dos tradicionais bazares solidários e presenciais da instituição. No ano passado, por conta das restrições impostas pela pandemia, a ASA realizou apenas bazares virtuais e campanhas de arrecadação de cestas básicas, itens de limpeza e higiene, material pedagógico e tablets com chip de internet para os adolescentes. “A pandemia acentuou a exclusão social e 2020 foi um ano que deixou marcas profundas especialmente nas crianças em vulnerabilidade. Mesmo assim, foi um ano que fez renascer também o espírito do voluntariado em nosso país. Esperamos que esse bazar reflita essa crescente solidariedade”, destaca Maria Estela Penteado Cardoso, presidente do Conselho de Administração da ASA. No ano passado, a ASA arrecadou apenas 15 mil reais no bazar de Natal. A expectativa é, com um evento presencial, bater esses números. O futuro começa hoje, a partir de nossas escolhas. A desigualdade social, assim como a pandemia, só pode ser vencida coletivamente, com a ajuda de todos. Compras que transformam e aquecem a alma.

Serviço:

O quê: 25º ASA FAIR® - Especial de Natal
Quando: Dias 02, 03 e 04 de dezembro/21, das 11h às 20h
Onde: Colégio Madre Alix (Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 1555/1715 - Jardim Paulistano, São Paulo - SP, CEP 01441-002)
Formas de pagamento: à vista em dinheiro, cartões de débito e crédito.
Quanto: Entrada gratuita.

sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Fini patrocina projeto 'Cultura para Todos' do CCVH em Jundiaí



Iniciativa oferece oficinas culturais para os moradores da cidade. Inscrições já estão abertas e podem ser feitas pessoalmente ou pelo site


São Paulo, agosto de 2021 - Em mais uma iniciativa pautada no pilar de responsabilidade social e dentro de sua missão de surpreender e encantar, a Fini, marca da empresa global The Fini Company, patrocina o ‘Cultura Para Todos’. O projeto, apoiado pelo ProAc ICMS do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, acontece no Centro Comunitário Vila Hortolândia - CCVH.

A ação contempla nove oficinas culturais gratuitas voltadas a moradores de Jundiaí. São, ao todo, quase 500 vagas para ballet, capoeira, circo, coral, clube de cinema e de leitura, teatro, dança do ventre e libras. Cada uma das atividades será ministrada por um profissional capacitado e com experiência. As aulas estão previstas para o início de setembro.

Para participar, basta realizar a inscrição pela internet, por meio do preenchimento de um formulário, ou pessoalmente na secretaria do CCVH, que fica na Rua Dr. Amadeu Sacchi, nº 400 - Vila Hortolândia, das 14h às 20h.

“Jundiaí é a nossa cidade. Foi o lugar que nos acolheu tão bem quando chegamos ao Brasil há 20 anos. E é com muita alegria e entusiasmo que participamos deste projeto, ainda mais neste momento atual em que precisamos tanto uns dos outros”, afirma Andrea Kohler, gerente executiva de marketing da The Fini Company no Brasil.

Sobre as oficinas:

➢ ballet - 75 vagas
➢ capoeira - 90 vagas
➢ circo - 50 vagas
➢ coral - 60 vagas
➢ clube de cinema - 30 vagas
➢ clube de leitura - 30 vagas
➢ teatro - 50 vagas
➢ dança do ventre - 50 vagas
➢ libras - 60 vagas



Mais segurança


Conforme o compromisso da Fini e CCVH com a segurança dos colaboradores e participantes, medidas de proteção também foram adotadas para o funcionamento das oficinas, como higienização dos materiais e distanciamento entre as pessoas para garantir a saúde e proteção de todos, sem perder a essência e experiência das atividades.



Sobre o CCVH


O CCVH é uma instituição que oferece atividades de educação, esporte e lazer para a população de Jundiaí. O Centro Comunitário também é responsável por manter a infraestrutura e alimentação das crianças da Creche Ternura e Coragem. Todas as atividades oferecidas no local são gratuitas e mantidas com doações e verbas arrecadadas no show de prêmios, nosso bazar beneficente permanente e doações de notas fiscal paulista, sendo que todos os setores contam com trabalho voluntário. O espaço é aberto para todos que queiram propor, ajudar e participar das atividades.

Site: http://ccvh.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/ccvhjundiai
Instagram: https://www.instagram.com/ccvhjundiai/



Sobre a Fini

Fini é líder no segmento de candies no Brasil e faz parte da marca global The Fini Company. Com o propósito de que sempre é tempo de se encantar, a marca está presente em mais de cem países e conquistou a posição de uma das principais produtoras mundiais de balas de gelatina, marshmallows, tubes e chicles. Em 2021, completa 50 anos na Espanha e 20 anos no Brasil, com presença em importantes canais de vendas do varejo, plataformas de delivery, e-commerce, cinemas, parques e franquias em todo o País.

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

O estilista Rodrigo Rosner é o nome por trás do Sorvete Discreto e inaugura sorveteria no Iguatemi

Em paralelo ao trabalho de estilista, Rodrigo Rosner abre sua primeira loja física de sorvetes

Sem encomendas de vestidos para casamentos e outros eventos durante a pandemia, o estilista Rodrigo Rosner se perguntava como conseguir manter as funcionárias de seu ateliê. Começou a produzir o seu sorvete de creme de chocolate com avelã - apreciado nos jantares entre amigos - para ser vendido no Instagram de uma amiga. “Encomendei embalagens de isopor e assim que chegaram, preparei 10 litros do sorvete, pensando em vendê-los durante um mês. Comecei numa quinta e no dia seguinte já tinha vendido tudo!”, relata Rosner.

No início era apenas ele, uma batedeira comum e um freezer. As vendas foram aumentando e ele decidiu então criar novas opções de sabores, de doce de leite e quindim. E o que seria apenas uma saída temporária virou um novo negócio, com Instagram próprio: o Sorvete Discreto, cujo primeiro ponto de venda abre dia 01 de dezembro no Shopping Iguatemi em São Paulo.

O nome Sorvete Discreto surgiu da estratégia adotada pelo estilista de ser um sorveteiro anônimo. “Eu queria feedbacks verdadeiros sobre o produto. Então mandei para conhecidos sem revelar que era eu mesmo que fazia”, recorda. O número de pedidos nas redes sociais da sorveteria cresceu tanto que foi preciso ampliar o negócio. “Comprei mais um freezer, depois outro, e mais um…”

Com a alta demanda, tornou-se necessário profissionalizar a marca. Rodrigo convidou, então, sua amiga de infância e publicitária Karina Beznos Goldstein para ser sua sócia. Unindo forças e conhecimento, eles inauguram este mês seu primeiro ponto de venda físico. Hoje são 13 sabores: Creme de chocolate com avelã, Doce de Leite, Quindim, Paçoca, Romeu & Julieta, Abóbora com Côco, Bananabella, Café, Ninho de Mafagafos, Cereja Azeda, Pistachelena, Chocolate meio Cássia, e Maracujá com Chocolate Crocante, além das edições limitadas para datas especiais e os sazonais, como o de figo rami. Um sabor light já em desenvolvimento.

“O sorvete é uma sobremesa completa, a estrela do jantar”, garante o estilista, e também sorveteiro. A textura ultra cremosa do produto artesanal é obtida com ingredientes naturais, sem conservantes, emulsificantes e corantes. Além da textura e sabores únicos, a sobremesa é embrulhada com muito capricho, entregue em embalagem de presente. “A mesma preocupação estética que eu tenho quando eu faço uma roupa, eu tenho quando finalizo o sorvete”, conta Rosner, que agora se divide entre moda e gastronomia.

O clássico sabor de creme de chocolate com avelã foi rebatizado de Youngtella, em homenagem à escritora e roteirista Fernanda Young. “A Fernanda, uma grande amiga, amava o sorvete. Sempre que acontecia uma coisa boa e ela queria comemorar, ou ruim e ela queria se consolar, ela pedia o sorvete e eu mandava para casa dela. E ela falava “você ainda vai ter um império com esse sorvete”, recorda. Sábia Fernanda...









Serviço: 

@sorvetediscreto 
De quarta à sábado das 10h às 19h e domingo das 10h às 16h
Delivery pelo WhatsApp: +55 11 95588-7373
Shopping Iguatemi
Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232, São Paulo-SP

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segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Fotografia Plus Size resgata autoestima feminina

Procura por ensaios fotográficos tem aumentado durante a pandemia



Quando foi a última vez em que você se olhou no espelho e se sentiu bem consigo mesma? O isolamento social abalou a autoestima de muitas mulheres. Não tem sido fácil ficar o dia todo em casa, coberta de tarefas e responsabilidades, sem poder tirar um tempo para si – o autocuidado é um privilégio de poucas.

A fotógrafa Adriana Líbini sabe disso muito bem. Há 10 anos, ela faz ensaios com mulheres que buscam recuperar sua autoestima e se especializou em fotografia Plus Size desde 2012. Em tempos de pandemia, ela tem realizado até oito ensaios por mês, o dobro do que costumava fazer antes. Ela atribui esse aumento justamente à necessidade de recuperar o “eu” em meio ao caos. “Muita gente sentiu a necessidade de trabalhar a saúde mental, e o bem-estar está, de certa forma, ligado a isso. Poder olhar para si mesma nesse momento é fundamental para encarar o dia a dia, e o que faço no meu trabalho é dar essa possibilidade para milhares de mulheres”, afirma a profissional.

“A mulher que entra não é a mesma que sai” - Em sua experiência profissional, Adriana relata as mais diversas histórias, justamente pela consolidação de seu trabalho junto às mulheres. Muitas a procuram para reescrever um capítulo de suas vidas ou dar início a uma nova jornada. É o caso de mulheres com histórico de relacionamentos abusivos, depressão e outras feridas físicas ou psicológicas. “Chegam todas tímidas, inseguras, ficam nervosas na frente das câmeras. Mas, com muita atenção, acolhimento e conversa, vou deixando-as mais à vontade, confiantes de si mesmas”, explica a fotógrafa.

Os ensaios começam com uma sessão de maquiagem e preparação do cabelo. Após a troca de roupas, é hora dos cliques. Todo o processo dura entre três e quatro horas, com até cinco figurinos, e vai evoluindo conforme a desenvoltura da modelo. “Geralmente, as primeiras imagens são mais casuais, mas deixamos a modelo ditar o ritmo do ensaio. Vamos percebendo juntas se ela topa fazer fotos mais sensuais, ousando pouco a pouco, se ela estiver confortável com isso.”

Tudo é feito como um encontro entre amigas, relata a fotógrafa. Assim que começam os cliques, inicia-se também uma transformação. A cada pose, nasce uma nova mulher. “A mulher que entra no estúdio não é a mesma que sai”, destaca.

Expressão de si mesma - Seja ao estilo Pin-up – as clássicas modelos 1950 –, urbano, inspirado nos hippies dos anos 1970 ou mesmo vestindo trajes sociais, os ensaios fotográficos são uma expressão da individualidade. “Hoje, depois de tantos cliques e flashes, descobri que beleza é algo para todas. Com a fotografia de Moda Plus Size, percebi que toda mulher merece ser o que desejar: sem rótulos, sem padrão de beleza e preconceitos”, declara.

A fotógrafa Adriana Líbini e sua equipe, de outras duas pessoas, têm tomado todo o cuidado para que as sessões, além de especiais, sejam seguras. Devido à pandemia de Covid-19, os horários estão mais espaçados e há apenas uma cliente por período. Todos da equipe usam máscaras e há frascos de álcool em gel espalhados pelo estúdio. As maquiagens são esterilizadas e a maquiadora utiliza a técnica de airbrush, que permite ter menos contato do pincel com a pele da cliente.

Para saber mais, acesse o site www.adrianalibini.com.br.

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domingo, 1 de novembro de 2020

Apoio mental pelas plantas


Por meio da Biofilia e Silvoterapia, o paisagismo se mostra um verdadeiro aliado contra ansiedade e depressão




A mudança brusca gerada pela pandemia do Covid-19 teve consequência graves também na saúde mental dos brasileiros. Segundo um estudo realizado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e publicado pela revista The Lancet, os casos de depressão aumentaram 90% e os de ansiedade e estresses agudo mais que dobrou.

Saulo Ribeiro, psicólogo e designer de interiores, explica que tudo isso vem acompanhado do medo e insegurança que o momento nos traz. “Estamos presos em casa, perdemos contato com quem amamos e gostamos, não poder sair gera também um desconforto, sintomas de perda, de falta. Além disso, o convívio geral na pandemia também teve como consequência o aumento de brigas familiares e agressões domésticas o que, obviamente, impactam bastante no bem-estar das pessoas”, explica o psicólogo.

Para reencontrar o equilíbrio físico e mental, a natureza – que já fez parte de 99% da vida humana, mas que hoje representa apenas 9% - volta a ganhar relevância. “Hoje temos a neuroarquitetura, e dentro dela temos a biofilia, que é justamente a capacidade inapta de nos sentirmos bem na natureza”, elucida Saulo que indica aos seus pacientes o uso e cuidado das plantas como forma de auxiliar no combate as doenças da mente.

O nome Biofilia não é algo que esteja dentro do senso comum das pessoas, mas o desejo pelo contato da natureza sim. A paisagista Nãna Guimarães, que viu sua demanda por projetos paisagísticos dobrar nesta pandemia, explica exatamente o que os clientes costumam pedir. “As pessoas vêm até a mim buscando melhorar a paisagem da casa. Existem muitos pedidos para a colocação de jardins verticais com a intenção de alegrar o lar, tirar o estresse”, salienta.

Não só as plantas, mas tudo aquilo que a envolve como a terra, o ar puro e a água que utilizamos para molhá-la faz bem. A ciência comprova que quando estamos em contato com o verde, em espaços mais naturais, nos sentimos revigorados, os corpos estão programados para se sentirem plenos naquele ambiente. “Sempre que nós encontramos em uma situação de estresse ou precisamos tirar férias, pensamos em estar perto da natureza. Quando queremos descansar, pensamos na natureza. É inconsequente, mas sabemos que ali nos sentimos bem. É onde o corpo e a alma podem descansar”, indica Nãna.

De acordo com o psicólogo, a conexão direta com a natureza, gera uma resposta entre nosso corpo e cérebro, pois estamos retornando para onde sempre fomos pertencentes. “Quando a natureza está presente no ambiente, em trabalhos e escritórios, por exemplo, a produtividade, a qualidade de vida e a atividade são melhores. Isso faz com que a própria natureza sirva como uma ótima ferramenta de cura. É importante estabelecer uma conexão do nosso ambiente de trabalho com o ambiente natural, que potencializam nossos sentimentos positivos, como a alegria, tranquilidade e afeição, ao contrário dos ambientes fechados. A sensação de bem-estar faz com que nosso cérebro produza neurotransmissores que serão positivos com a nossa saúde”, cita Saulo.

Outra forma de trazer um alívio mental é a prática da Silvoterapia que nada mais é que do que o simples ato de abraçar árvores com intuito de recarregar as energias. A paisagista Nãna Guimarães explica que cada tipo de árvore pode provocar agradáveis e diferentes sensações. “Ipê, Jatobá, madeiras de lei, por conta da dureza dessas madeiras, espalham determinação e coragem. Tem também o Pau Ferro, Mogno, que vão passar mais força em questão de fragilidade emocional, ajuda na animação, depressão. Abraçar o Eucalipto, por exemplo, que é uma árvore que cresce individualmente, não deixa que outras árvores se desenvolva em volta dela, por ser pouco sociável, por viver sozinha em campos, ela nos tornam mais fortes. Para cada situação, terá uma árvore com as energias necessárias para te fazer bem. Basta se permitir”, encerra Nãna


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